O início do ano é um ótimo momento para você renovar as metas e os planos para o futuro, repensando estratégias e reconhecendo erros. E isso também inclui os objetivos financeiros.

Para isso, é indispensável que você compreenda que as metas financeiras devem ser consideradas a longo prazo e que elas precisam de estratégias para serem concretizadas, o que consequentemente exige disciplina.

Então, entenda que metas não são apenas desejos. Para se materializar, elas precisam mais do que serem escritas no papel. Seja específico! Por exemplo, mais do que desejar uma aposentadoria tranquila, estipule qual é a quantia necessária para chegar ao nível de conforto que você considera adequado, como você vê suas finanças daqui a 40 anos, etc.

O segredo é quantificar e ser direto: você vai guardar uma parte do seu salário todo mês? Vai fazer trabalhos extras para conseguir mais dinheiro? Vai investir seu dinheiro?

Além disso, é necessário ser realista. Considere seu salário e seus gastos mensais para só então criar uma meta financeira alcançável, pois visar algo muito fora da sua realidade pode te desestimular.

Por isso, sempre revise suas metas e priorize as mais próximas de serem alcançadas ou deixe de lado aquelas que você percebeu serem inviáveis.

Ainda, para atingir os objetivos financeiros, é preciso ter compromisso, ou seja, você não pode segui-los durante as primeiras semanas do ano e depois esquecê-los. Isso também se relaciona com a quantia que você se comprometeu a guardar todo mês. O recomendado é cerca de 20% a 30% da sua renda mensal, porém isso pode ser adaptado, de acordo com a sua meta, pois se ela for a longo prazo, é possível guardar menos dinheiro.

Vale lembrar que, ultimamente, apenas guardar dinheiro na poupança não anda gerando muito lucro. Então, verifique formas de investir seu dinheiro, mantendo a disciplina e o planejamento iniciais.

Por último, caso você tenha dúvidas sobre como agir, busque especialistas no assunto ou consulte artigos que te ajudem a compreender melhor o mundo das finanças pessoais.

Fonte: London Capital